quarta-feira, 11 de maio de 2016

Você conhece a FISIOTERAPIA PÉLVICA?

Conheça um pouco sobre o que é a Fisioterapia Pélvica e quais disfunções tratamos através dessa reportagem que segue abaixo.
Fonte: Revista Sucesso

http://www.sucessolondrina.com.br/revista/sucesso/revista-sucesso-edicao-158-ano-17/materias/alini-cardoso-e-lisania-saisu


Alini Cardoso e Lisânia Saisu

Fisioterapeutas especializadas atuam na prevenção, tratamento e reabilitação das disfunções do assoalho pélvico
Você sabia que problemas como incontinência urinária e constipação intestinal podem ser tratados por meio da fisioterapia? A fisioterapia pélvica é a especialidade que atua na prevenção e tratamento das disfunções do assoalho pélvico em homens, mulheres e crianças. Entre as disfunções mais comuns, as fisioterapeutas Alini B. Cardoso e Lisânia Y. Saisu destacam as miccionais; sexuais, no caso das mulheres; e anorretais, que atingem adultos e crianças. Alini e Lisânia são especialistas em fisioterapia pélvica pela CBES – Grupo Educacional, com formação em pilates clínico e em uroginecologia. Atuam na especialidade há 9 anos e, há seis, atendem em parceria na UROCORe Centro de Urologia.
Além de exercícios específicos para a musculatura perianal, como contrações isoladas do períneo em diferentes posturas, o tratamento inclui o uso de um aparelho de Biofeedback, que atua por eletromiografia (EMG). “O aparelho é conectado à borda anal por eletrodos de superfície, ou seja, não há a necessidade do uso de sondas internas. Ele avalia a contração e relaxamento dos músculos do assoalho pélvico, a coordenação do músculo, força, entre outros aspectos”, comenta Alini. Com a ação do músculo transformada em gráfico, as profissionais conseguem visualizar melhor o que acontece com o músculo e avaliar a melhor forma de agir. O mesmo aparelho é também usado no tratamento, por cinesioterapia.
Outra técnica utilizada pelas fisioterapeutas, quando necessário, é a eletroterapia, indicada para os casos de urgência miccional. “Através de eletroestimulação, o nervo tibial passa informação para o músculo da bexiga, atuando na reabilitação”, explica Lisânia.
Principais disfunções - Segundo as fisioterapeutas, as disfunções sexuais estão entre as maiores queixas das pacientes mulheres. “Principalmente vaginismo, que consiste na contração involuntária da região vaginal, impedindo a penetração e inviabilizando até mesmo exames ginecológicos; e dispareunia, quando há dor durante a relação sexual.” Outro problema comum são as urgências miccionais, com ou sem perda de urina, que, se não tratadas, comprometem a qualidade de vida do paciente. “Muitas pessoas têm sua vida social limitada pelo problema, condicionando suas saídas de casa e viagens ao acesso ao banheiro, sem saber que o tratamento é simples”, comenta Alini.
No caso dos homens, a incontinência pode estar ligada à prostatectomia (cirurgia de próstata), além de doenças neurológicas ou traumas, entre outras causas.  Já a prisão de ventre pode ter influência da alimentação e do hábito de não atender à urgência para evacuar, quando ela se manifesta. “Nesses casos, trabalhamos em parceria com nutricionistas, para melhorar a dieta. Com a reabilitação, o paciente reaprende a relaxar e contrair a musculatura da forma adequada”, aponta Lisânia.
O tratamento dura no mínimo 10 sessões, mas os exercícios aprendidos na terapia devem ser praticados pelos pacientes, de forma independente, por toda a vida. Caso contrário, segundo as fisioterapeutas, o problema acaba voltando.
UROCORe Centro de Urologia
Rua Coração de Maria, 145, Londrina PR
(43) 3341-5166 / (43) 3322-1988
Blog: fisiouroginecologia.blogspot.com
Facebook: Fisioterapia Pélvica em Londrina


sexta-feira, 15 de abril de 2016

Como ficar com o abdômen forte no pós parto?

Após o parto todas as mulheres ficam preocupadas com a barriga, ou melhor, seu abdômen que ficou flácido ou até mesmo aquela protuberância que tanto incomoda.
O que você pensaria em fazer?? "Acho que preciso fazer abdominais..." E assim passa o tempo e nada é feito...

Quer uma dica? Exercício abdominal não é a forma ideal de melhorar.
O exercício abdominal no pós parto pode favorecer para flacidez vaginal e até perda de xixi.
A solução então é a GINÁSTICA HIPOPRESSIVA.


Esse é um exercício que trabalha principalmente os abdominais e como consequência ativa os músculos do períneo. 

Ela é eficiente para prevenção e tratamento de disfunções como a incontinência urinária,  diástase abdominal, dores nas costas, lombalgias, melhora a postura, melhora o funcionamento do intestino, auxilia na recuperação pós parto e melhora a aparência do abdômen através do fortalecimento dos músculos e da diminuição da circunferência da cintura.
Os benefícios são muitos e lembre-se, após o parto, além de cuidar bem do seu filho, você precisa cuidar de você e melhorar a sua saúde!!!!

Quando pode ser iniciado? Após os 40 dias de repouso pedido pelo seu obstetra. 
Não deixe para amanhã o que pode ser feito hoje. Quanto mais cedo se inicia melhor é o resultado, principalmente na sua auto estima.

Quem pode auxiliar nesse exercício? Somente o fisioterapeuta especialista.


PROCURE POR UM FISIOTERAPEUTA PÉLVICO.

quinta-feira, 7 de abril de 2016

Você sabe quantos vezes vai fazer o xixi durante o dia? Será que está norma?

Você já parou para pensar ou até perceber quantas vezes vai ao banheiro pra fazer xixi durante o dia?! 
Pois é, a importância de ficar atento as idas ao banheiro é válida para todas as idades.



O ideal é ir ao banheiro de 6 a 8 vezes durante o dia e urinar em média 300 ml cada vez. Já no período noturno, ou quando se está dormindo, não há necessidade de ir ao banheiro exceto aqueles dias que se ingere muito líquido (cuidado para que não se torne rotina). Acima de 65 anos é considerado normal levantar 1 vez para urinar.

MAS ATENÇÃO!!!
Pessoas que vão menos que 5 a 6 vezes ao dia ou mais do que 9 vezes ao banheiro pode ter alguma disfunção ou pode gerar algum problema futuro.

Menos que 5 a 6 vezes:
Causas:
- infecções urinárias
- cistite
- perdas urinárias por transbordamento (não é tão comum, porém é causado por enchimento excessivo onde se demora pra esvaziar essa bexiga por diminuição da sensibilidade, ou seja, vontade de fazer xixi)

Mais que 9 vezes: (pode levar a uma piora da qualidade de vida, pois é uma pessoa que precisa estar sempre perto de um banheiro ou tem medo e receio de não ter algum)
- medicações;
- diabetes
- doenças neurológicas
- cistite
- hiperatividade da bexiga
- ansiedade

Bem, fato curioso não é?! 
Não deixe que isso seja só uma curiosidade e sim "atenção" de que isso não é normal e que pode causar alguns problemas.
A fisioterapia pélvica te ajuda a melhorar a qualidade de vida reeducando a forma correta quanto as idas ao banheiro entre outras, dependendo da sua necessidade.

Procure por uma médico urologista e um fisioterapeuta pélvico.

segunda-feira, 28 de março de 2016

Hábitos Diários e a Incontinência Urinaria

Saiu no jornal Folha de Londrina no caderno saúde uma matéria falando sobre a Incontinência Urinária. Foi entrevistado o grupo NAPPS, Núcleo de estudos do Assoalho Pélvico e Postura, após a semana mundial da Incontinência. 

Segue a entrevista na íntegra.

NAPPS

Hábitos diários e incontinência urinária

Sentar com a postura incorreta ou praticar exercícios de alto impacto são alguns fatores relacionados à perda involuntária de urina em mulheres



Um número alarmante e pouca informação. Falar sobre incontinência urinária (perda involuntária de urina) é envolver quase 10 milhões de brasileiros em um universo de dúvidas e constrangimento. 
Mas essa realidade pode ser transformada. No último dia 14, Dia Mundial da Incontinência Urinária (I.U), especialistas e sociedade em geral participaram de ações de conscientização sobre o problema, que é apontado pela Associação Brasileira de Fisioterapia Pélvica (ABFP) como uma das novas epidemias do século 21. 
Tão importante quanto esclarecer sintomas e tratamento é apontar fatores de risco que nem sempre estão relacionados à idade. É o que revelam estudos apontados pela fisioterapeuta londrinense Débora Beckner, mestre em Ciências da Reabilitação e especialista em Reeducação da Postura e Períneo. 
Ela explica que há três tipos de I.U, sendo a de urgência, mais relacionada à idade; a de esforço, que está associada aos hábitos diários; e a mista, que apresenta os dois quadros. 
Segundo a especialista, há um entendimento de que a incidência da I.U de esforço é predominantemente superior em mulheres esportistas. De acordo com pesquisas, ao praticar uma atividade física de alto impacto e rendimento há um aumento da pressão intra-abdominal e, consequentemente, uma fadiga da musculatura do assoalho pélvico pela constante solicitação da atividade. 

"Os estudos começaram a pesquisar o porquê disso e concluíram que há uma relação com a estrutura anatômica do posicionamento do trato urinário feminino, que é mais baixo. Em esportes com saltos ou exercícios de contração abdominal máxima e repetitiva, a força provoca no assoalho pélvico um impacto três a quatro vezes maior que o peso corporal do atleta", afirma, destacando atividades como o Jump praticado nas academias e o atletismo.
De acordo com Débora, o estudo da pesquisadora americana Ingrid Nygaard, na área de Uroginecologia e Cirurgia Pélvica revelou "que avaliada a I.U em relação à atividade esportiva, observou-se a ocorrência em 38% das mulheres que praticavam atletismo, 36% para os exercícios aeróbicos, 21% em caminhadas, 16% no ciclismo e 12% na natação." 
Fonte: Google
Considerando ainda as atividades cotidianas, a fisioterapeuta cita que ficar muito tempo sentada em uma postura incorreta também pode ser prejudicial ao períneo porque este acaba não tendo um estímulo de contração. "Quando a mulher fica muito tempo sentada com a postura errada, vai deixando a musculatura inativa", sustenta. 
Vale ressaltar, entretanto, que é importante estar atento aos sintomas e conversar abertamente com o médico sobre o assunto, uma vez que há outros fatores de risco, como idade, obesidade e uso de medicamento, além da frequência e intensidade dessas práticas esportivas. 
"A expectativa é que, em um futuro próximo, médicos e fisioterapeutas estejam em uma ligação mais estreita com os atletas para o diagnóstico precoce e prescrição de um programa preventivo e curativo, por meio de tratamentos e terapias de fortalecimento específico do períneo", completa.
Micaela Orikasa

Reportagem Local

quinta-feira, 24 de março de 2016

Não saber sobre o Períneo pode causar sérios danos a saúde


Períneo é um grupo de músculo que tem como função sustentar os órgãos da região abdominal (útero, ovários, bexiga e intestino), segurar o xixi e cocô, facilitar para fazer o xixi e cocô e ter uma relação sexual saudável (adulto).



Alterações nesses músculos podem levar a disfunções que atrapalham seriamente a qualidade de vida do indivíduo. Umas das disfunções mais comuns é a perda de urina ou incontinência urinária, que tem crescido cada vez mais podendo virar epidemia. A outra é a dificuldade para evacuar e uma das causas é adiar a vontade de fazer cocô e quando esse comportamento é frequente, causa sérios danos a qualidade de vida.
Vamos citar aqui outra queixa comum, a disfunção sexual nas mulheres. Dores nas relações sexuais (dispareunia) e vaginismo, a mulher não consegue ter penetração, realizar exames ginecológicos ou fazer o uso de absorvente interno.

Existe algo fácil e simples para tratar e melhorar sua qualidade de vida, a Fisioterapia Pélvica.
Melhor ainda é a PREVENÇÃO.

Ah mas como PREVENIR??

Exercitando seu períneo e aprendendo o que é e onde que ele se localiza. Para isso é necessário realizar uma avaliação específica e detalhada, manual e com um aparelho adequado para assim identificar o movimento adequado desses músculos (saber contrair e relaxar). A avaliação deve ser feita por um profissional especializado.

PREVENIR sai barato, é indolor, sem efeitos colaterais e melhora a qualidade de vida.

Ou você quer fazer parte de uma estatística de que a Incontinência Urinária está se tornando uma epidemia???
Quer ficar refém de um banheiro? Tem medo de sair de casa por não ter banheiro perto?
Intestino preso pode levar a fissuras anais e hemorroidas.
Quer continuar com dores nas relações sexuais?

Pense bem, priorize a sua saúde e cuide-se!!