segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Cuidados com a região íntima no verão.

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Biquíni molhado pode infeccionar a região íntima.
Você sabia que o uso do biquíni molhado pode aumentar o risco de infecção da vagina? A candidíase, provocada por um fungo, aumenta a incidência, especialmente no verão.

Estima-se que cerca de 75% das mulheres terão candidíase. Segundo Karina Zulli, ginecologista e obstetra do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim, a umidade constante do biquíni ou maiô após os banhos de piscina ou no mar, por exemplo, dificulta arejar melhor a vagina e propicia a proliferação dos fungos.
Além dos fatores externos, é possível desenvolver candidíase com o uso de protetores diários e até alterações hormonais.
A médica esclarece que entre os sintomas mais comuns da doença são secreção amarela esbranquiçada na calcinha — cuja quantidade pode variar —, e/ou a presença possível de sensação de coceira ou ardência local.
A candidíase pode ser facilmente diagnosticada por meio de exame um clínico com o ginecologista.
Após o diagnóstico, o tratamento pode ser realizado por medicação via oral e/ou via vaginal de antifúngicos.
Fonte: R7

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Se livrando do vaginismo!



Hoje recebemos mais um lindo depoimento. A cada depoimento novo postado serve para ajudar a todas que passam pela mesma situação de sofrimento. Umas lidam bem mas outras nem tanto o que pode levar até ao fim de um relacionamento e até mesmo o casamento.

Segue então o depoimento abaixo.



"Olá, eu sou a M. tenho 28 anos e estou junto com meu marido entre namoro e casamento há 13 anos.
Tive uma criação conservadora e acredito que diante das circunstâncias do meu nascimento – filha única, de mãe solteira e sem irmãos, nunca tive liberdade para conversar sobre sexo com a minha família. Lembro-me quando criança, um dia uma tia explicou como eram feitos os bebês e lembro-me da cara de desgosto dela ao falar que o pênis era introduzido na vagina e cresci assim, ouvindo de um e outro que a primeira vez doía muito, que era muito incômodo, enfim, que praticamente era um filme de terror!!
Quando fui tentar a minha primeira relação sexual aos 16 anos, travei. Era um misto de medo que me rondava sobre engravidar e histórias que surgiam na minha cabeça sobre a dor terrível e insuportável da primeira vez...e não conseguimos. Me enganava pensando que faltava prática e que ainda não estava pronta, e que por ter 16 anos talvez não era o momento certo para mim.
Os anos se passaram...continuei com meu namorado que sempre foi muito paciente comigo...e o mesmo bloqueio também me seguiu. As circunstâncias mudaram, namoramos um tempo a distância, e a cada novo desafio na vida que surgia para cada um de nós, a concretização da penetração se afastava com as mudanças da vida. Pensava que era coisa da minha cabeça... e me engava acreditando que quando nos casássemos tudo ia se resolver como um passe de mágica.
Enfim, agendamos o casamento e eu tentava não pensar muito nisso...pura fuga! Foi quando o grande dia chegou, correria, casamento... viagem de lua de mel... e NADA!!!!! Tentamos uma, duas, três...inúmeras vezes e nada! Uma dor física e emocional que parecia aumentar a cada nova tentativa. Voltamos de viagem e eu desanimada, não entendia o que acontecia comigo...porque eu sou assim?? Eu sou a única no mundo?? Que absurdo...isso é tão normal...tão natural...todo mundo faz! Depois de 06 meses de casada...comecei a pesquisar na internet e me deparei com um termo até então desconhecido, mas que me acompanhava desde sempre...VAGINISMO! Li relatos, depoimentos... e tudo se encaixava!  Tinha certeza do que tinha…mas e agora? Qual o próximo passo? Lembro que fiquei muito perdida e chorei ao descobrir que não era única que tinha este transtorno, mas que tinha uma longa batalha pela frente. Onde procurar ajuda?? Como?? Ao mesmo tempo que sabia do que tinha, fui me deixando levar pela correria do dia a dia, pelo desânimo, pela vergonha e pela pura falta de coragem de procurar ajuda. Os anos se passaram, e por mais que nosso casamento estava indo bem, sentia que faltava uma coisa. Não era completo. Olhava as outras mulheres na rua e pensava...será que nunca vou ser igual a elas? Será que nunca vou poder ser mãe? A cada novo ano que se iniciava...novas promessas de alcançar a cura do vaginismo, mas que sempre ficava para depois... trabalho, tantos afazeres, correria... fuga, fuga, fuga! Tudo vinha em primeiro lugar...
Aí que chegou o ano de 2015, um ano bem diferente na minha vida, com muitas mudanças e aprendizados na vida pessoal e profissional... era tempo de mudar! E o vaginismo era uma “pendência” que martelava na minha cabeça. Eu precisava resolver! Afinal, eu tinha 28 anos e não podia deixar para depois. Quantos anos eu ia esperar para tomar coragem? Já estava nesta situação há 13 anos, não era mais tempo de esperar...
Lembro que junto destes pensamentos ... li um relato de uma mulher que estava casada há 20 anos e sofria com o vaginismo. Me comovi tanto com aquela história, que me coloquei imediatamente no lugar dela e me vi... como estaria daqui 15 anos...20 anos...e me imaginava como seria minha vida, o meu casamento, quais os meus sentimentos em relação a isso...e tudo que eu enxergava, era uma pessoa infeliz, não porque tinha um transtorno a ser curado, mas porque havia deixado o medo e a vergonha tomar conta de mim.
Li o relato, me enchi de esperança e coragem...e comecei uma busca por profissionais que atendessem em Londrina, foi quando achei o blog da Clínica da Dra. Alini. Li dois relatos de pacientes que se trataram do vaginismo com ela e tomei coragem...eu tinha certeza que iria me curar!
Liguei, agendei uma consulta e fui...tremendo... morrendo de vergonha e de medo do que aconteceria depois... mas a Dra. Alini, muito profissional e paciente, me explicou tudo e sai de lá a pessoa mais confiante do universo...eu tinha certeza que ia dar certo!
As sessões foram acontecendo e a cada nova sessão um desafio novo... as vezes alguns mais doloridos...outros mais tranquilos, mas ao final de cada consulta, uma sensação de vitória por mais um dia...mas o meu pensamento sempre no futuro de que no final...tudo daria certo. Lembro-me de algumas sessões que eu chegava bem nervosa e a Dra. Alini sempre muito profissional e motivadora, me falava “calma, no final você vai ver que não é um bicho de sete cabeças como a gente pensa!” e eu acreditava que este dia chegaria e seria assim, exatamente como ela falou.
As consultas foram passando, os dilatadores aumentando... até que em um dos dias de exercícios em casa com meu marido, propus a ele para tentarmos! Lembro da cara de surpreso dele e lá fomos nós tentar... e para nossa maior alegria... foi! De primeira... sem dor...sem sofrimento e lindo! Só lembrava da Dra. Alini dizendo nas consultas “calma, você vai ver que não é um bicho de sete cabeças...” e realmente não foi!! Foi muito melhor do que eu imaginava...foi maravilhoso!! Consegui a cura com 11 sessões, mas ainda estou fazendo um acompanhamento para monitorar a evolução... mas tenho certeza de que logo estarei de alta e só iriei ao consultório para tomar um cafezinho com ela!! Haha J

Meninas, meu relato ficou muito grande, mas gostaria de compartilhar a minha história e de poder ajudar...nem que seja uma só mulher, para que assim como eu, sintam-se motivadas e tomem coragem de pedir ajuda! Procurem ajuda... não deixem para depois...vocês não estão sozinhas!! É muito, muito, muito mas muito bom!! Uma felicidade, uma autoestima...que não cabe em nós! Não tem palavras que explique o sentimento de poder mudar a nossa história!! Procurem ajuda!!!

Dra. Alini, gostaria de fazer um agradecimento especial a você...que sem dúvidas, marcou minha vida e estará sempre no meu coração! Obrigada pela paciência, pelo profissionalismo e pelos puxões de orelha! Acredito que cada pessoa tem uma missão, um dom para fazer a diferença na vida das outras pessoas... e você tem o dom de ajudar e mudar vidas com seu trabalho...Parabéns!! Muito obrigada, por tudo!! Um beijo grande de uma amiga que estará sempre torcendo pelo seu sucesso!"

Querida, parabéns pela sua conquista. Meu trabalho não tem resposta sem o seu esforço diário. Obrigada por confiar no meu trabalho, na nossa clinica. Feliz por ganhar mais uma amiga. Beijo grande.

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Como tratar o Câncer de Próstata

Agora chegou a vez de abordar as formas de tratamento do câncer de próstata.

Uma vez diagnosticado o câncer de próstata o médico fará um planejamento do tratamento; que deve levar em conta:
  • Conduta Expectante.
  • Cirurgia.
  • Radioterapia.
  • Criocirurgia.
  • Hormonioterapia.
  • Quimioterapia.
  • Vacinas.
  • Terapia Alvo.

Fonte da imagem: Google
Estes tratamentos são geralmente administrados separadamente, embora em alguns casos, eles possam ser combinados. 


A escolha do tratamento deve levar em conta:

  • Idade do paciente e expectativa de vida.
  • Quaisquer outras condições de saúde.
  • O estadiamento da doença.
  • A importância do tratamento para o paciente.
  • A probabilidade de cura com cada tipo de tratamento.
  • A expectativa do paciente em relação aos efeitos colaterais de cada tratamento.

Você pode querer obter uma segunda opinião sobre a melhor opção de tratamento para seu diagnóstico, especialmente se existem várias opções disponíveis. O câncer de próstata é uma doença complexa, e os médicos podem divergir em suas opiniões sobre as melhores opções de tratamento. Converse abertamente com os médicos sobre os benefícios de cada tratamento contra seus possíveis resultados, efeitos colaterais e riscos.


Em função das opções de tratamento definidas para cada paciente, a equipe médica deverá ser formada por especialistas, como urologistas, oncologista, cirurgião e radioterapeuta. Mas, muitos outros profissionais poderão estar envolvidos durante o tratamento, como, enfermeiros, nutricionistas, assistentes sociais, psicólogos e outros profissionais da área da saúde.


Converse com o seu médico e saiba qual a melhor 
forma a ser tratado no seu caso e saber dos possíveis efeitos colaterais do procedimento a ser realizado.

Fonte: Oncoguia.

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

NOVEMBRO AZUL - Diagnóstico do Câncer de Próstata


Conheça os tipos de exames que são utilizados para diagnosticar o câncer de próstata, pois um diagnóstico preciso irá ajudar na determinação do melhor tratamento.



O texto abaixo é do site oncoguia.org.br

O diagnóstico do câncer de próstata é baseado no toque retal, no nível do PSA, e no sistema de graduação de Gleason. A partir dessas informações o médico define quais exames de imagem são necessários para finalizar o diagnóstico e definir o tratamento. Homens com exame de toque normal, PSA baixo e graduação de Gleason baixa podem não precisar de exames de imagem, uma vez que a chance da doença ter se disseminado é baixa. 

Os exames de imagem mais utilizados são:

  • Ultrassonografia Transretal

Ao contrário da maioria dos exames de diagnóstico por imagem, a ultrassonografia é uma técnica que não emprega radiação ionizante para a formação da imagem. Ela utiliza ondas sonoras de frequência acima do limite audível para o ser humano, que produzem imagens em tempo real de órgãos, tecidos e fluxo sanguíneo do corpo. 

A ultrassonografia transretal não é utilizada como exame de rastreamento para o câncer da próstata, porque muitas vezes não detecta o câncer inicial. Mas, é comumente utilizada durante a biópsia da próstata, para guiar o posicionamento das agulhas de biópsia. A ultrassonografia transretal é útil para medir o tamanho da glândula prostática, o que pode ajudar a determinar a densidade do PSA. Também é utilizada para orientar algumas formas de tratamento, como a braquiterapia ou a criocirurgia.

  • Cintilografia Óssea

Quando o câncer de próstata se espalha, muitas vezes o primeiro local é para os ossos. A cintilografia óssea é o exame recomendado para detectar metástase óssea.

A cintilografia óssea consiste na injeção de uma pequena quantidade de material radioativo na veia do paciente, após algumas horas esse material é atraído pelo tecido ósseo que apresenta a doença. Para registrar as áreas de captação do material radioativo é utilizada uma gama câmara que detecta a radioatividade e cria uma imagem do esqueleto.

As áreas de dano ósseo aparecem como pontos quentes na imagem do esqueleto. Esses pontos podem sugerir a presença de doença metastática. No entanto outras doenças, como por exemplo, a artrite apresenta o mesmo padrão de imagem. Para diferenciar o diagnóstico são solicitados outros exames de imagem, como radiografias simples, tomografia computadorizada ou ressonância magnética.

A injeção é a única parte desconfortável desse exame. O material radioativo é excretado na urina e a quantidade de radioatividade utilizada é baixa, não oferendo risco para você ou às pessoas próximas.

  • Tomografia Computadorizada

A tomografia computadorizada é uma técnica de diagnóstico por imagem que utiliza a radiação X para visualizar imagens transversais detalhadas de pequenas fatias de regiões do corpo, por meio da rotação do tubo emissor de Raios X ao redor do paciente. O equipamento possui uma mesa de exames onde o paciente fica deitado para a realização do exame. Esta mesa desliza para o interior do equipamento, que é aberto, não gerando a sensação de claustrofobia. 

A tomografia pode ser realizada em duas etapas: sem e com contraste de iodo. A administração intravenosa de iodo deve ser feita quando se deseja observar mais claramente certos detalhes, tornando o diagnóstico mais preciso. Esse exame deve ser realizado com a bexiga cheia, para manter o intestino longe da próstata.

  • Ressonância Magnética

A ressonância magnética é um método de diagnóstico por imagem, que utiliza ondas eletromagnéticas para a formação das imagens. A ressonância magnética é utilizada como exame de imagem complementar no diagnóstico de câncer de próstata. Além de permitir uma avaliação detalhada da próstata permite detectar se o tumor se espalhou para as vesículas seminais ou bexiga.

  • Varredura Prostascint

Assim como a cintilografia óssea, a varredura Prostascint utiliza material radioativo para detectar a disseminação do câncer de próstata, mas o princípio de funcionamento de ambos é diferente. O radiofármaco utilizado na cintilografia é atraído para o osso, no Prostascint são utilizados anticorpos marcados radiativamente que se fixam às células cancerígenas da próstata no corpo.

É um exame desenvolvido para determinar o acometimento linfonodal do câncer de próstata, o que determina a forma de abordagem e do tratamento da doença. A vantagem deste exame é poder detectar células cancerígenas da próstata nos gânglios linfáticos e outros órgãos que não o osso.

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

NOVEMBRO AZUL, entendendo mais sobre a PRÓSTATA

NOVEMBRO AZUL, mês de conscientização e prevenção do câncer de próstata! 
É preciso conhecer mais sobre o assunto para se prevenir, então vamos saber o que é a próstata e qual a sua função?
O texto abaixo é do site oncoguia.org.br

PRÓSTATA, VOCÊ CONHECE?

A próstata é uma glândula auxiliar do sistema genital masculino, localizada na frente do reto e embaixo da bexiga urinária. O tamanho da próstata varia com a idade. Em homens mais jovens, tem aproximadamente o tamanho de uma noz, mas pode ser muito maior em homens mais velhos. 

A função da próstata é produzir o fluído que protege e nutre os espermatozoides no sêmen., tornando-o mais líquido. Logo atrás da próstata, estão as glândulas denominadas vesículas seminais, que produzem a maior parte do fluido para o sêmen. A uretra, que transporta a urina e o sêmen para fora do corpo através do pênis, atravessa o centro da próstata.


  
A próstata começa a se desenvolver antes do nascimento, aumentando pouco durante a puberdade, estimulada pelos hormônios masculinos, denominados andrógenos no corpo. O principal andrógeno é a testosterona, que é produzida nos testículos. A enzima 5-alfa reductase converte a testosterona em diidrotestosterona (DHT). A DHT é o principal hormônio que sinaliza a próstata a crescer. 

A próstata cresce lentamente ou permanece aproximadamente do mesmo tamanho em adultos, enquanto existirem hormônios masculinos.



quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Formas de tratar o câncer

Diagnosticado o câncer, o médico junto ao paciente vão conversar sobre as formas de tratamento e definir a melhor maneira para a determinada doença. 
A seguir será mencionado os tipo de tratamento conforme o texto do site oncoguia.


"Principais Tipos de Tratamentos
Cirurgia - é a modalidade de tratamento mais antiga e mais definitiva, principalmente quando o tumor está em estágio inicial e em condições favoráveis para sua retirada.
Quimioterapia - a quimioterapia é um tratamento que utiliza medicamentos extremamente potentes no combate ao câncer, com o objetivo de destruir, controlar ou inibir o crescimento das células doentes.
Radioterapia - é o mais utilizado para tumores localizados que não podem ser retirados por cirurgia (ressecados) totalmente, ou para tumores que costumam retornar ao mesmo local após a cirurgia.
Hormonioterapia - a hormonioterapia é um tratamento que tem como objetivo impedir a ação dos hormônios que fazem as células cancerígenas crescerem. A hormonioterapia age bloqueando ou suprimindo os efeitos do hormônio sobre o órgão alvo. 

Terapia Oral - entre 1998 a 2007, cerca de 25% de todos os agentes em pesquisa intitulados terapias alvo já eram planejados para uso oral, e essa proporção é crescente. O tratamento antineoplásico oral é uma preferência dos pacientes oncológicos, pela menor necessidade de visitas ao consultório médico e pela praticidade da administração. Do ponto de vista técnico-assistencial, não há necessidade de acesso venoso, nem de internação do paciente. Muitas terapias orais atualmente são usadas de forma contínua, com resultados animadores e em termos de custos de tratamento oncológico, há inúmeros estudos que apontam para um impacto positivo desses tratamentos, independentemente do estágio e de seu caráter.

Terapia Alvo - em sua definição mais simples, a terapia alvo implica em um tratamento que tem um alvo molecular específico. Para receber esse nome de forma mais apropriada, deveria agir sobre um processo biologicamente importante, preferencialmente um processo que seja central na fisiopatologia da neoplasia. Esse alvo deve ser mensurável na clínica e deve estar correlacionado com o resultado clínico quando essa terapia alvo for administrada. Torna-se patente, então, a necessidade de testes laboratoriais apropriados capazes de garantir a correlação entre os alvos biológicos e a clínica médica.
Para o tratamento do câncer a cirurgia, quimioterapia, radioterapia e hormonioterapia podem ser realizadas de forma isolada ou em combinação, lembrando que a melhor opção de tratamento deve ser definida por seu médico segundo o tipo de câncer e o estadio da doença. 

Assim, em alguns anos o oncologista poderá solicitar exames sobre múltiplas vias metabólicas dos seus pacientes sem a necessidade de procedimentos invasivos. A medicina personalizada ainda está no seu início, mas com a grande quantidade de alvos já descoberta e com a grande quantidade de moléculas em desenvolvimento, existe a perspectiva de um futuro mais promissor para o tratamento do câncer."


Mais informações acesse o site oncoguia.org.br.

Em caso de dúvida procure seu médico o quanto antes.

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Diagnóstico do Câncer de Mama

Hoje vamos aprender um pouco sobre como diagnosticar o Câncer de Mama
Fonte: www.oncoguia.org.br


O diagnóstico de câncer de mama somente pode ser estabelecido mediante uma biópsia de área suspeita que seja analisada por um patologista e laudada como sendo um câncer.

A realização desta biópsia, no entanto, somente ocorre em face de alguma alteração suspeita, seja no exame físico, seja na mamografia.

Quando a paciente ou o médico encontram alterações ao exame físico, são solicitados exames adicionais como mamografia, ou ultrassom das mamas.

Além disso, mulheres sem alterações ao exame clínico das mamas podem ter alterações detectadas na mamografia de rotina, que deve ser realizada em todas as mulheres a partir dos 40 anos de idade. 

O rastreamento assim como a investigação diagnóstica de um nódulo palpável é feita com base na mamografia. Não há idade limite para a realização de mamografia de rastreamento, sendo que o bom senso dita que quando uma mulher tiver uma expectativa de vida curta, não faz mais sentido rastrear o câncer de mama.

No entanto, para uma mulher na qual seja palpável um nódulo, não existe limite de idade para a mamografia de investigação.

O ultrassom das mamas pode servir como complemento à mamografia, pois ajuda a diferenciar cistos de nódulos.

A ressonância magnética é recomendada para o rastreamento apenas em populações de alto risco, como pacientes com uma história familiar confirmada ou suspeita, pacientes sabidamente predispostas geneticamente ao câncer ou pacientes que já tiveram um primeiro câncer de mama.

Nas pacientes com alto risco definido com base em história familiar ou genética, a recomendação é iniciar o rastreamento aos 30 anos de idade.

O que é BI-RADS?

BI-RADS é um acrônimo para Breast Imaging-Reporting and Data System, uma classificação desenvolvida para ser utilizada com a mamografia.

Categoria
Avaliação
Conduta proposta
0
Indica necessidade de imagens adicionais
Exames de imagem adicionais
1
Negativa: sem anormalidades
Seguimento anual
2
Benigno: alterado, mas não suspeito
Seguimento anual
3
Provavelmente benigno
Mamografia em 6 meses
4
Alteração suspeita, provavelmente benigna
Necessita biópsia
5
Altamente suspeito para malignidade
Necessita biópsia
6
Sabidamente maligno
Biópsia prévia já diagnosticou

Quando a mamografia ou ultrassom encontram alterações suspeitas, é recomendada uma biópsia. 

Em casos em que não há alterações na mama, mas sim presença de linfonodo (gânglio) aumentado na axila pode ser feita uma punção com agulha fina, com agulha grossa ou mesmo excisão cirúrgica do gânglio.

O médico patologista que analisa o material da biópsia deve idealmente conhecer os dados clínicos e a suspeita diagnóstica, e necessita de alguns dias para estabelecer o resultado diagnóstico, em função do processamento adequado do material, e da necessidade de se usar determinadas técnicas laboratoriais para este fim.

Atualmente não basta dizer que se trata de diagnóstico de câncer de mama, pois existem diversos tipos e dentro destes, diversas características tumorais, que podem determinar de maneira distinta desde o planejamento da cirurgia, até o da quimioterapia e radioterapia.