sexta-feira, 31 de julho de 2015

Períneo fraco?



Conheça as causas que levam ao enfraquecimento dos músculos do períneo!!!


- Situações com aumento de pressão intra-abdominal: carregar peso, tossir, espirrar, praticar esportes pesados e com alto impacto;

- Obesidade;
- Prisão de ventre;
- Gestação e partos difíceis;
- Envelhecimento;
- Algumas cirurgias ginecológicas.

É possível prevenir e tratar o enfraquecimento. A percepção adequada e o fortalecimento dos músculos do períneo são importantes para alcançar esse objetivo.

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Retirada da próstata e Incontinência Urinária


Após a cirurgia de prostatectomia radical (retirada da próstata), uma das complicações mais comuns é a incontinência urinária. 
Estudos comprovam que a Fisioterapia Pélvica utiliza técnicas específicas e eficazes, que contribuem para a diminuição dos sintomas urinários e obtenção mais rápida da continência urinária.




Converse com o seu urologista e procure um fisioterapeuta especialista


quinta-feira, 16 de julho de 2015

Vaginismo: um novo depoimento!

O vaginismo é caracterizado pela contração involuntária dos músculos (espasmo) ao redor do orifício da vagina, causando dor, dificuldade e até impossibilidade de manter relação sexual, sem causa física e na maioria das vezes a causa é psicológica, com influência de uma educação sexual muito rígida, traumas e abusos.

Um dos profissionais responsáveis pelo tratamento do vaginismo é o Fisioterapeuta Pélvico, que utiliza técnicas específicas para orientar e tratar com segurança.

Segue abaixo o depoimento de uma paciente que fez o seu melhor e acreditou que a cura é possível! 

"Ola meninas, estou muito animada com a minha cura e quero partilhar com vocês, assim quem estiver desmotivada pode se animar.
No ano passado, na consulta com o meu ginecologista, ele identificou que eu tinha vaginismo e me indicou o tratamento fisioterapêutico. Foi um dia muito ruim porque senti muita dor durante o exame ginecológico e até chorei na maca de exame, saindo de lá muito constrangida. As relações sexuais também eram uma tortura, e eu me culpava muito por não conseguir fazer o que eu achava que qualquer uma conseguia. Usar absorvente interno era outra dificuldade e sofrimento.
Tentei diversos métodos, que não foram eficazes, como relaxantes musculares e anestésicos, que não diminuíam em quase nada a dor que sentia.
Então no meio desse ano decidi, depois de muito sofrimento e com o apoio do meu namorado, procurar a fisioterapeuta que me foi indicada. Comecei o tratamento e logo fui vendo os progressos, pois os tamanhos dos dilatadores cresciam a cada semana. Em apenas dez sessões eu me livrei de toda a dor e humilhação que sentia quanto a isso.
Agora coloco os absorventes internos sem grandes problemas, fiz hoje o exame ginecológico sem lágrimas e com muita tranquilidade, e as relações sexuais são infinitamente melhores e mais prazerosas, além de serem completamente livres de dor. O relacionamento ficou bem melhor com meu namorado, pois ele também se sentia culpado em me fazer sentir dor.
Então pra quem ainda tem medo ou vergonha de procurar a fisioterapia, ou fica preocupada com o uso dos dilatadores, eu recomendo que experimente. O tratamento é muito tranquilo, respeita seus limites, e é muito recompensador se ver livre de algo tão incomodo.
Meus sinceros agradecimentos à Dr Alini que tornou isso possível com muita competência"

 Emoticon smile




Obrigada querida pela sua confiança, persistência e coragem. Só corrigindo, sua cura foi em 9 sessões.
Confiem em vocês, mulheres, e sejam felizes. É fácil e uma delicia!!!

                                                

quinta-feira, 9 de julho de 2015

Sujeira na roupa íntima?


A incontinência anal ou fecal é a perda involuntária de gazes e fezes, as causas são diversas e essa disfunção compromete a qualidade de vida com conseqüências físicas, sociais e psicológicas.


Sua incidência varia de 0,1 a 5% na população e o seu aumento é progressivo com a idade, sendo mais comum nas mulheres.


Em um estudo envolvendo uma comunidade de 2.570 idosos, Nelson et al. observaram uma incidência de 2,2% de incontinência. Entre estes, 30% tinham mais de 65 anos e 63% eram mulheres; 36% dos pacientes eram incontinentes para fezes sólidas e 60% para gás.


Uma queixa muito comum nos consultórios médicos é a "sujeira na roupa íntima" definida como Soilling, que é a perda involuntária de parte do conteúdo fecal. Muitas vezes o(a) paciente demora na procura de um tratamento, algumas vezes por vergonha ou por achar irrelevante, mas o caminho para a solução é simples, indolor e sem efeitos colaterais.



O tratamento sendo precoce maiores serão as chances de sucesso. Hoje a fisioterapia pélvica é o primeiro tratamento proposto para as incontinências leves e moderadas. Caso seja necessário a intervenção cirúrgica, a fisioterapia também é indicada no pré e pós cirúrgico.



PROCURE POR UM FISIOTERAPEUTA PÉLVICO.




sexta-feira, 3 de julho de 2015

Saiba como identificar a Incontinência Urinária!!!




A Incontinência Urinária é toda e qualquer perda urinária incontrolável

A Sociedade Internacional de Continência considera a incontinência urinária como uma condição clínica que afeta dramaticamente a qualidade de vida, comprometendo o bem estar físico, emocional, psicológico e social dos portadores.
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Fique atenta(o) aos sinais:

-Perda urinária quando tosse, espirra, dá risada, corre, pega peso em casa ou na academia;
-Precisa correr para ir ao banheiro, senão perde urina;
-Ir muitas vezes ao banheiro (O normal é em média 8x/dia);
-Acordar mais de uma vez para ir ao banheiro durante a noite.


A FISIOTERAPIA PÉLVICA TE AJUDA A MELHORAR  TE DEIXANDO LIVRE DESSES SINTOMAS.





sexta-feira, 26 de junho de 2015

Como identificar a disfunção urinária na criança!



Você sabia que a Incontinência Urinária na criança está presente de 10 a 15% da população pediátrica até 5 anos de idade?
Pois é, um numero muito alto!!! Ela está associada a diversos fatores como anátomo-fisiológico, psicológico e ambiental.

Fonte:Google


Segue então como identificar:
1 – Observe quantas vezes ele vai ao banheiro. Se forem menos de quatro vezes ou mais de oito, talvez seja a hora de procurar um médico;
2 – Observe se seu filho está sentindo dor ou com dificuldade de fazer xixi;
3 – Verifique se as roupas da criança estão úmidas ou molhadas de xixi;
4 – Pergunte aos professores se a criança está tendo dificuldade de pedir para ir ao banheiro, no horário da aula
Fonte: Dra Patricia Lordelo

Fiquem atentos, esses problemas pode atrapalhar o desenvolvimento pisco-social da criança e poder virar um adulto incontinente!